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segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Visitas, reencontros e outros frutos


Terminada a temporada... colhemos os frutos. No domingo, 02 de dezembro, recebemos a visita da Nina Orthof, neta de Sylvia, filha de Gê (na foto, ao centro). Depois do espetáculo ela foi se chegando assim, meio tímida, e falou que ficou muito emocionada com tudo o que viu. Nós, honrados com a visita surpresa ficamos ainda mais felizes com os primeiros passos do espetáculo.
Entre outras delícias, eu e o Tino reencontramos Dante e Fabíola depois de longa temporada de ausências. O relato de Dante sobre o que achou do Firimfimfoca foi publicado no seu blog Página em Construção. Visite, confira a resenha e ajude a construir os outros deliciosos textos que habitam por lá. Beijos, queridos Dante e Fabíola. Mais beijos para a Nina também. Que a Firimfimfoca continue a nos aproximar e a divulgar o TALENTO de Sylvia Orthof.

P.S. No cantinho esquerdo da foto, a presença do nosso menino-mascote-iluminador Antônio. Incorporado ao grupo, é mais um apaixonado por histórias. Ainda fará muito barulho por aí. Por enquanto, segue iluminando as histórias de Sylvia Orthof no Firimfimfoca.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Mídia também firimfimfoca... parte II


Na semana passada o Firimfimfoca recebeu o fotógrafo Carlos Vieira lá no Teatro Caleidoscópio para uma seção de fotos. O motivo foi a reportagem publicada no SUPER, caderno infantil do jornal Correio Braziliense, publicada no último sábado, 24 de novembro. A foto escolhida é esta aí de cima. A reportagem está reproduzida abaixo:

Fada carioca

Espetáculo Firimfimfoca , do grupo Roedores de Livros, mostra que histórias de Sylvia Orthof são pura diversão

Você já ouviu falar sobre Sylvia Orthof ou já leu algum de seus livros? Ela é considerada uma das mais importantes escritoras infantis brasileiras, apesar de não ser tão conhecida. A autora carioca, que morou em Brasília entre 1960 e 1968, escreveu mais de 100 livros e não eram só histórias para crianças. Sylvia foi autora de peças teatrais, deu aulas no curso de artes cênicas da UnB e dirigiu programas de teatro de bonecos para TV. Mas são os livros infantis seus mais importantes troféus. Em 2007, faz dez anos que Sylvia faleceu. Em setembro, ela faria 75 anos.

Para quem não conhece e quer se encantar com essa escritora, e para quem já leu seus livros e se apaixonou, o grupo Roedores de Livros apresenta, hoje e amanhã e no fim de semana que vem, a peça Firimfimfoca — histórias de uma fada carioca, no Teatro Caleidoscópio (Comercial da 102 do Sudoeste, bloco C, subsolo), sempre às 18h.

O espetáculo é uma contação diferente das histórias de Sylvia A fada lá de Parságada, A bruxa Uxa e o elefantinhozinhozinhozinho, Foi o ovo? Uma ova!, Sua avó, meu basssê, Maria vai com as outras, O sapato que miava, O bisavô e a dentadura, Fraca Fracola e Galinha D’Angola. Antes de cada conto, o músico Tino Freitas, integrante do Roedores de Livros, vai cantar uma música feita por ele mesmo, introduzindo o tema da história, sem entregrar o ouro, é claro.

A primeira vez do pum

O grupo Roedores de Livros, formado por Aldanei Andrade, Juliana Maria, Míriam Rocha, Simone Carneiro, Ana Paula Bernardes e Tino Freitas, conta história e realiza oficina de artes plásticas desde 2006. Tino lembra que, todas as vezes que eles contam uma história de Sylvia, a reação da meninada é diferente:

— Ela escreve muito bem para crianças.

E o motivo de tanto sucesso: escrevia na linguagem da garotada, colocava no papel o que vinha na cabeça, sem se controlar. Não teve medo de colocar em seus livros palavras que toda criança fala, mas que nunca aparecia nos livros infantis, como “pum” e “bumbum”. Brincar com as palavras e inventar outras, era sua maior diversão. Ela mesma quem criou a palavra que dá nome ao espetáculo, e deve ser usada assim: “Que Firimfimfoca!”. Sylvia também não gostava de fazer personagens somente bonzinhos ou super- do- mal. Uxa, de A bruxa Uxa e o elefantinhozinhozinhozinho, por exemplo, ora era fada, ora bruxa.

No final de Firimfimfoca, Tino apresenta o principal motivo para a criançada conhecer as história de Sylvia Orthof:

— O livro da Sylvia é como a hora do recreio. A gente nunca cansa de brincar, a gente nunca pára no meio.

Mídia também firimfimfoca... parte I

Neste final de semana, a estréia do Firimfimfoca fez um barulho gostoso na mídia brasiliense começando com a reportagem acima, de página nteira, publicada no jornal Correio Braziliense da última sexta, 23 de novembro.Para ler a reportagem na íntegra, é só clicar sobre a imagem.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Reportagem à altura do talento de Sylvia Orthof

Queridos Orthóficos, nossa homenageada, a escritora Sylvia Orthof foi tema de reportagem de capa do suplemento literário PENSAR do jornal CORREIO BRAZILIENSE publicado no dia 03 de novembro passado.
Com texto de Graça Ramos, a reportagem faz jus ao talento de Sylvia, traça um perfil das suas atividades quando morou em Brasília e fala sobre o novo livro de Fanny Abramovich que revela sua intimidade Sylvia Orthof.
Ao final, uma leve citação ao nosso Firimfimfoca. Para ler a reportagem, é só clicar sobre as imagens acima que elas aparecerão de forma legível no monitor. E viva La Orthof!!!

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Caderno Brasília

A repórter Maria Júlia Lledó publicou o texto acima no suplemento Caderno Basília do jornal Hoje em Dia de 07 de outubro último. Se vocês quiserem dar uma olhadinha, é só clicar na imagem que o texto fica legível. No mais, o Firimfimfoca volta em breve. Aguardem novas notícias.